Um diálogo transparente na educação garantirá um futuro inovador

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De que forma estamos em dia e compromissados com o futuro se, somente se, temos apenas uma professora com Síndrome de Down num país com cerca de 208 mil habitantes neste segmento, segundo dados do IBGE, 2017/2018?

Essa conta mostra o tamanho dos nossos problemas sociais, e o quanto a nossa educação precisa evoluir em todos os sentidos. Tanto na conquista da inclusão no mercado de trabalho, nas formas de preconceito, e na superação de desafios educacionais.

Existe enorme vazio e distanciamento entre os profissionais de grandes empresas e da classe dos professores. Buscamos hoje empresas que promovam os bons salários, profissionais que primem pela qualidade de vida para que consigam conciliar carreira, família e lazer.

No entanto, o que vemos?

Buscamos um modelo de trabalho para todas as outras classes, menos para aquela que deveria ter mais condições de engajamento – a docente. Cobramos produtividade demais dessa classe e, no entanto, o que estamos fazendo para mudar, aprimorar? Vemos companhias focadas em melhorar a qualidade de vida, investir em bem-estar e na gestão da saúde dos colaboradores. O que estamos fazendo pelos professores?

Atualmente percebemos que as palavras-chave do momento são inovação e inteligência artificial. Falamos que a necessidade de formar bons profissionais é urgente em nosso país, e da falta de mão de obra qualificada. E o que estamos fazendo para mudar? Não temos mais tempo para formar e, nesse momento, as empresas é que se tornam a grande escola do nosso dia-a-dia.

Não é uma busca por culpados porque sabemos que a corrupção persiste em várias áreas de nosso país, mas uma mudança na forma ética nos currículos daqueles que fazem a gestão educacional deve resolver boa parte dos problemas educacionais.

Se observarmos grandes lideranças, e bons exemplos, podemos trazer essas parcerias positivas e inovadoras não só em empresas como também na gestão do sistema.

Quando conversamos com um professor de ensino fundamental ou médio de escolas públicas percebemos que o temor maior dele, e reclamação, é sempre a palavra ‘burocracia’. Observe-se que ela vem no dicionário com a seguinte tradução: ‘Tornar complicado um procedimento simples’. Ou seja, enquanto formos geridos por processos complexos a transparência ficará difícil de ser exercida na sua integralidade.
Medir o desempenho de uma sala de aula não é tarefa complexa, é preciso ter experiências prévias, e uma variedade de instrumentos para fazê-lo, tais como a observação da qualidade tendo em vista entrevistas pessoais, pesquisas, projetos concretos e a autoavaliação de alunos e das famílias.

Uma gestão educacional firme e com propósitos inovadores, aumento salarial dos professores, envolvimento em projetos, e maior controle de desempenho dos alunos são saídas para maior engajamento, qualidade e desempenho da área educacional.

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